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Práticas de IA proibidas

Definição

Usos de IA vedados de forma absoluta pelo artigo 5 do AI Act, porque seu risco aos direitos fundamentais e à segurança é considerado inaceitável, independentemente de salvaguardas.

O artigo 5 do AI Act lista práticas que não podem ser colocadas no mercado, postas em serviço nem usadas na União. Entre elas estão técnicas manipuladoras ou enganosas que distorcem o comportamento e causam dano significativo; a exploração de vulnerabilidades ligadas a idade, deficiência ou situação social e econômica; a pontuação social que leva a tratamento prejudicial injustificado ou desproporcional; a previsão de que uma pessoa cometerá crime com base apenas em perfilamento ou traços de personalidade; a criação de bancos de reconhecimento facial por coleta não direcionada de imagens; a inferência de emoções no trabalho e na escola, salvo por razões médicas ou de segurança; a categorização biométrica para inferir características sensíveis, como opinião política ou orientação sexual; e a identificação biométrica remota em tempo real em espaços públicos para fins policiais, salvo exceções estritas.

Esse é o topo da pirâmide de risco, então a resposta é parar, não mitigar. Na prática, ao triar um novo caso de uso, a organização deve confrontá-lo com o artigo 5 antes de qualquer outra classificação, porque nenhuma documentação ou supervisão torna aceitável uma prática proibida.

Onde este termo é avaliado

Avaliado na Responsible AI Foundation (RAIF), domínio 3: Princípios e frameworks.

Também cobrem este termo: Responsible AI Practitioner (RAIP)

Fontes primárias

  • Regulation (EU) 2024/1689 (AI Act), Art. 5

Ferramentas gratuitas sobre o tema

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