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DPCert.org

Classificação de risco do AI Act

Questionário guiado: camada de risco, papel na cadeia e obrigações indicativas do regulamento europeu de IA.

  • Risco e impacto de IA
  • RAIF · domínio 3
  • Grátis, sem cadastro
  • PNG · PDF · Markdown · DOCX

Veja o resultado pronto antes de preencher.

Exemplo com dados fictícios

Veja como fica o resultado: Classificador de risco do AI Act

Um caso inventado, no mesmo formato que a ferramenta entrega. Nada do que você preencheu muda.

O sistema

1 de 7

Como o sistema é conhecido na organização.

Sistema baseado em máquina que, a partir das entradas, infere como gerar previsões, conteúdos, recomendações ou decisões.

Modelo capaz de executar muitas tarefas diferentes e integrável em outros sistemas.

A prévia aparece aqui

Comece pelo primeiro campo e acompanhe o resultado se formar deste lado. Para ver antes como ele fica pronto, abra o exemplo.

Ferramenta educativa: o resultado é um ponto de partida e não constitui parecer jurídico. Confira as regras vigentes e valide com quem responde pela conformidade na sua organização.

Nada do que você digita é salvo no nosso servidor: o trabalho fica no endereço da página e neste navegador. Não cole dados confidenciais nem dados pessoais de clientes.

A classificação de risco do AI Act enquadra cada sistema de IA numa de quatro camadas: prática proibida, alto risco, risco limitado (obrigações de transparência) ou risco mínimo. A camada, somada ao papel da organização (fornecedor, responsável pela implantação, importador ou distribuidor), define as obrigações. Esta ferramenta aplica as regras dos artigos 5, 6 e 50 e dos anexos I e III às suas respostas e mostra o resultado indicativo.

Como usar

  1. Dê nome ao sistema e diga se é um sistema de IA ou um modelo de uso geral.
  2. Escolha o papel da sua organização e a ligação do sistema com a União Europeia.
  3. Marque práticas proibidas, áreas de alto risco e condições da exceção do artigo 6(3), se houver.
  4. Marque os gatilhos de transparência e leia a camada, o papel e as obrigações indicativas.
  5. Exporte em DOCX ou PDF e guarde a classificação junto do inventário de IA.

O que cada campo pede

CampoO que preencher
Nome do sistema ou caso de usoComo o sistema é conhecido na organização.
É um sistema de IA?Sistema baseado em máquina que, a partir das entradas, infere como gerar previsões, conteúdos, recomendações ou decisões.
É um modelo de IA de uso geral que você coloca no mercado?Modelo capaz de executar muitas tarefas diferentes e integrável em outros sistemas.
Qual é o papel da sua organização?O AI Act distribui as obrigações conforme o papel na cadeia.
É órgão público ou presta serviço público?Muda a obrigação de avaliar o impacto sobre direitos fundamentais.
Ligação com a União EuropeiaMarque todas as que se aplicam. Sem ligação com a UE, o AI Act não se aplica.
ExclusõesMarque só se o uso for exclusivamente um destes.
O sistema faz alguma destas práticas?Práticas proibidas pelo artigo 5. Deixe vazio se nenhuma se aplica.
É componente de segurança de um produto regulado (anexo I)?Ex.: máquinas, dispositivos médicos, brinquedos, quando exigem avaliação por terceiro.
Áreas de alto risco (anexo III)Marque as áreas em que o sistema é usado.
Condições da exceção do artigo 6(3)Só para sistemas do anexo III que não influenciam de forma relevante o resultado da decisão.
O sistema faz perfilamento de pessoas físicas?Com perfilamento, a exceção não pode ser usada.
Gatilhos de transparência (artigo 50)Marque o que o sistema faz.

Exemplo

Um banco fictício, o Banco Aurora, usa na UE um modelo de pontuação de crédito comprado de um fornecedor, e o modelo faz perfilamento dos clientes. A ferramenta marca a área de serviços essenciais do anexo III e, como há perfilamento, a exceção não se aplica: o resultado é alto risco, com o banco no papel de responsável pela implantação. Saem nove obrigações indicativas, entre elas supervisão humana com pessoas capacitadas, conservação dos registros, avaliação de impacto sobre direitos fundamentais (FRIA), DPIA e alfabetização em IA.

Quando usar

  • Ao registrar um novo caso de uso de IA no inventário da organização.
  • Antes de comprar ou contratar um sistema de IA de um fornecedor.
  • Quando um sistema existente muda de finalidade, de público ou de mercado.
  • Para preparar a conversa com o jurídico sobre o que o AI Act exige de cada sistema.

Perguntas frequentes

Quais são as camadas de risco do AI Act?

São quatro: práticas proibidas (artigo 5), sistemas de alto risco (artigo 6 e anexos I e III), sistemas com obrigações de transparência (artigo 50) e risco mínimo. Os modelos de IA de uso geral têm regras próprias, que se somam às do sistema.

Qual a diferença entre fornecedor e responsável pela implantação?

O fornecedor desenvolve o sistema e o coloca no mercado ou em serviço com o próprio nome. O responsável pela implantação usa o sistema sob a sua autoridade, num contexto profissional. Quem põe a própria marca num sistema de alto risco ou o modifica substancialmente passa a ser tratado como fornecedor.

Um sistema do anexo III é sempre de alto risco?

Não. O artigo 6(3) prevê uma exceção para sistemas que não influenciam de forma relevante a decisão, por exemplo quando fazem só uma tarefa processual restrita ou preparatória. A exceção nunca vale quando o sistema faz perfilamento de pessoas físicas, e precisa ser documentada.

Quando as obrigações começam a valer?

O AI Act se aplica em fases, e os prazos foram alterados depois da publicação. Por isso a ferramenta não mostra datas: confira no texto oficial e nas comunicações da Comissão Europeia a data em vigor para cada obrigação antes de planejar.

O resultado é um parecer jurídico?

Não. É uma classificação indicativa, feita a partir das suas respostas, para organizar a análise. Casos de fronteira, como a definição de sistema de IA ou a exceção do anexo III, precisam de validação por assessoria qualificada.

Que certificação da DPCert cobre o AI Act?

A RAIF (Responsible AI Foundation), de entrada, cobre os princípios e marcos de referência, incluindo as camadas de risco do AI Act. A RAIP (Responsible AI Practitioner) aprofunda o panorama regulatório e a avaliação de risco e de impacto.