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Modelo de registro das operações de tratamento (LGPD)

Uma linha por operação, com base legal, retenção e segurança, e a conferência do que ainda falta.

  • Proteção de dados
  • DPAI · domínio 3
  • Grátis, sem cadastro
  • PNG · PDF · Markdown · CSV · DOCX

Veja o resultado pronto antes de preencher.

Exemplo com dados fictícios

Veja como fica o resultado: Modelo de registro das operações de tratamento (ROPA)

Um caso inventado, no mesmo formato que a ferramenta entrega. Nada do que você preencheu muda.

Organização

1 de 2

Nome do controlador ou do operador que mantém o registro.

Controlador decide sobre o tratamento; operador trata em nome de outro.

Cargo ou função e um canal, nunca dado pessoal desnecessário.

A prévia aparece aqui

Comece pelo primeiro campo e acompanhe o resultado se formar deste lado. Para ver antes como ele fica pronto, abra o exemplo.

Ferramenta educativa: o resultado é um ponto de partida e não constitui parecer jurídico. Confira as regras vigentes e valide com quem responde pela conformidade na sua organização.

Nada do que você digita é salvo no nosso servidor: o trabalho fica no endereço da página e neste navegador. Não cole dados confidenciais nem dados pessoais de clientes.

O registro das operações de tratamento é o inventário de dados pessoais da organização: para cada operação, a finalidade, a base legal, as categorias de dados e de titulares, os destinatários, as transferências internacionais, a retenção e as medidas de segurança. A LGPD exige o registro de controladores e operadores (Art. 37); no GDPR, o equivalente é o ROPA (Art. 30). É a base do RIPD, da resposta aos titulares e da fiscalização.

Como usar

  1. Informe a organização, o papel (controlador ou operador) e o canal do encarregado.
  2. Adicione uma linha por operação de tratamento, com finalidade, base legal e categorias de dados e titulares.
  3. Preencha destinatários, transferência internacional, retenção e medidas de segurança.
  4. Leia a conferência de completude e os avisos, e corrija o que falta.
  5. Exporte em CSV para manter a planilha ou em DOCX para circular e aprovar.

O que cada campo pede

CampoO que preencher
OrganizaçãoNome do controlador ou do operador que mantém o registro.
Papel da organizaçãoControlador decide sobre o tratamento; operador trata em nome de outro.
Encarregado (DPO) e canal de contatoCargo ou função e um canal, nunca dado pessoal desnecessário.
OperaçãoEx.: matrícula de alunos
FinalidadeEx.: matricular alunos e cobrar mensalidades
Base legal
Categorias de dadosEx.: nome, e-mail, dados de pagamento
TitularesEx.: alunos
DestinatáriosEx.: processador de pagamentos (operador)
Transferência internacional
RetençãoEx.: 5 anos após o fim do contrato
Medidas de segurançaEx.: criptografia e acesso por perfil

Exemplo

Uma escola de idiomas on-line fictícia registra três operações: matrícula de alunos (execução de contrato), envio de novidades por e-mail (consentimento) e análise de uso da plataforma (legítimo interesse). A ferramenta mostra 3 operações, 2 completas e completude de 67%. A análise de uso fica marcada porque falta a retenção, recebe o aviso para registrar o teste de balanceamento do legítimo interesse e o alerta de transferência internacional sem garantia definida.

Quando usar

  • Ao começar o programa de privacidade, como primeiro inventário dos dados pessoais.
  • Antes de um RIPD, para saber quais operações têm maior risco.
  • Quando a ANPD, um cliente ou uma auditoria pede o registro das operações.
  • Na revisão anual, ou quando um sistema, fornecedor ou finalidade muda.

Perguntas frequentes

O registro das operações é obrigatório na LGPD?

Sim. O Art. 37 da LGPD manda controlador e operador manterem registro das operações de tratamento, especialmente quando baseadas no legítimo interesse. O regulamento da ANPD para agentes de pequeno porte prevê uma forma simplificada; confira as regras vigentes.

O que o registro precisa conter?

A LGPD não traz uma lista fechada, então a prática segue o Art. 30 do GDPR: finalidades, categorias de titulares e de dados, destinatários, transferências internacionais e garantias, prazos de eliminação e descrição geral das medidas de segurança. A base legal de cada operação também costuma constar.

Qual a diferença entre registro de controlador e de operador?

O controlador registra as próprias operações e finalidades. O operador registra as categorias de tratamento que faz em nome de cada controlador atendido, com transferências e medidas de segurança. Uma organização pode ser as duas coisas e manter os dois registros.

Empresas pequenas estão dispensadas?

No GDPR, a exceção para menos de 250 empregados (Art. 30(5)) não vale quando o tratamento pode gerar risco, não é ocasional ou envolve dados sensíveis ou penais, o que na prática alcança quase todos. Na LGPD, agentes de pequeno porte têm regras simplificadas, não dispensa total.

Por que a ferramenta avisa sobre legítimo interesse?

O legítimo interesse exige um teste de balanceamento documentado (LIA) que mostre a finalidade, a necessidade e o equilíbrio com as expectativas do titular. A LGPD também pede registro reforçado nesses casos. O seletor de bases legais ajuda a montar esse teste.

O resultado substitui um parecer jurídico?

Não. É uma ferramenta educativa que organiza o registro e aponta lacunas. Revise o conteúdo com o encarregado e com a assessoria jurídica, e confira as regras vigentes antes de adotá-lo.

Qual certificação DPCert cobre o registro das operações?

A DPAI (Data Protection & AI Professional) avalia as ferramentas de accountability, entre elas o registro das operações de tratamento e o RIPD, além das bases legais e dos direitos dos titulares.